“Exigimos a educação pública que nos foi tirada”, diz estudante chileno

IMG_2663José Villarroel é estudante de sociologia da Universidade Alberto Hurtado, uma instituição particular chilena. Ele participou da mesa de abertura do II Encontro Nacional de Educação (ENE), em Brasília (DF), no dia 16 de junho, que teve como tema “Por um projeto classista e democrático de educação, contra o Ajuste Fiscal e a dívida pública”. Após os debates, ele foi entrevistado, e explicou qual a situação da educação no Chile, e como estão as lutas multitudinárias em defesa da educação gratuita universal no país latino-americano. A última manifestação, em 23 de junho, levou, novamente, milhares de estudantes às ruas de Santiago, capital do país.

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Estados realizam últimos encontros preparatórios ao II ENE

No dia 16 de junho terá início o II Encontro Nacional de Educação (ENE), em Brasília (DF), sob o tema “Contra o ajuste fiscal e a dívida pública – por um projeto classista e democrático de Educação”. Durante as últimas semanas, foram realizados, em diversos estados brasileiros, encontros preparatórios estaduais que armaram as discussões rumo ao II Encontro Nacional. Continuar lendo

Estudantes ocupam escolas em vários estados do Brasil

13245423_729038973902359_7181655428518218649_nO movimento de ocupação de escolas, que surgiu no início da década, no Chile, na luta dos estudantes pela gratuidade da educação pública, chegou no Brasil ano passado, em São Paulo, na luta contra o projeto de “reorganização” da rede paulista de ensino que fecharia centenas de escolas, e em Goiás, contra a gestão das escolas por Organizações Sociais, se espalhou pelo Brasil em 2016. Nesse momento, há ocupações de centenas de escolas no Ceará, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. Continuar lendo

Docentes da Unipampa paralisam atividades contra cortes de verbas

Estudantes ocupam campi da universidade contra demissão de terceirizados

imp-ult-430038755Docentes da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) decidiram por paralisar as suas atividades nos dias 18, 19 e 20 de maio em decorrência dos cortes orçamentários na universidade, que chegam a 44% da verba de custeio. Os cortes afetam diretamente os trabalhadores terceirizados, que estão sendo demitidos. A decisão de paralisação foi tomada em assembleia realizada na terça-feira (17). Dos 10 campi da universidade, 6 pararam. São eles: São Gabriel, São Borja, Jaguarão, Bagé, Santana do Livramento e Dom Pedrito. Continuar lendo